segunda-feira, 16 de maio de 2016

99,9% de tudo o que você vê não existe?!!?

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Os átomos são as pequenas partículas que formam “tudo” que existe em nosso Universo. Qualquer pessoa ou animal é simplesmente um enorme amontoado de átomos, o mesmo serve para uma pedra ou uma estrela. Tudo que nós conseguimos ver no Universo é feito de átomos e essas pequenas coisas são mais bizarras do que parecem.

O que são?

O átomo é algo que podemos traçar um paralelo com o Sistema Solar. No centro de nosso sistema, nós temos o grande Sol, no átomo, nós temos o núcleo que possui carga positiva. Conforme nos afastamos do centro, nós encontramos planetas orbitando o Sol e no átomo ocorre a mesma coisa, só que em vez de planetas, nós temos os elétrons, que são partículas negativas.

De maneira similar ao que ocorre no Sistema Solar, os elétrons também ficam orbitando em volta do núcleo do átomo. O núcleo possui algo em torno de 99,94% de toda a massa, ou seja, os elétrons formam a menor parte da massa dos átomos.

O significado literal da palavra átomo é “uma partícula que não pode ser dividida”, mas atualmente se sabe muito bem que além dos componentes como elétrons, prótons e nêutrons, os átomos são formados por dezenas de partículas subatômicas, que estão sendo estudadas atualmente no Grande Colisor de Hádrons.

Apesar do simples fato de nós sermos formados por essas coisinhas minúsculas, milhões de vezes menores do que um milímetro, ser algo totalmente estranho, o mais bizarro de tudo é que um átomo “praticamente não existe”.

Somos nada

99.999999999999% de tudo que forma um átomo é espaço vazio. Isso mesmo, entre as partículas que formam os átomos existe muito espaço e tudo que resta é uma quantidade mínima de matéria. Ou seja, tudo que você vê e pensa que toca (já explico isso) nada mais é que espaço vazio.

A única razão pela qual nós não enxergamos através dos átomos que formam objetos, é que os átomos refletem fótons, ou seja, a luz que bate nos átomos acaba sendo refletida e nossos olhos acabam vendo a matéria. Se não fosse por isso, você, o dispositivo que está usando para ler esse post e o resto do Universo seriam invisíveis.

Para deixar as coisas ainda mais estranhas, existe o fato de que nós nunca tocamos em nada, pois os átomos não se tocam, eles se repelem. Todo mundo sabe como dois ímãs se repelem quando dois polos iguais tentam ser aproximados. Exatamente a mesma coisa ocorre com átomos, eles não se tocam devido a força magnética. Ou seja, quando você pega algo com sua mão, os seus átomos não estão encostando nos átomos do que está segurando, existe sempre um minúsculo espaço entre os átomos.

Graças a essa força que repele os átomos que nossa mão não passa por dentro de uma parede ou qualquer objeto, pois como os átomos são basicamente espaço vazio, se não houvesse essa força se repelindo, tudo que é feito de átomo poderia passar por dentro de qualquer coisa.

#FONTE: http://minilua.com/

Como a ciência realmente funciona?

A ciência está em todos os aspectos de nossa vida. É graças a ela que nós temos todos os objetos tecnológicos, remédios e vivemos em uma sociedade moderna e secular. Mas nem todas as pessoas realmente entendem como a ciência funciona e como faz suas descobertas.

Como começa?

O primeiro passo do método científico é algo bem simples. Tudo começa com uma pergunta. Muitas das maiores descobertas científicas da história começaram com uma pergunta de “Como algo acontece” ou “Porque algo acontece”. Com a pergunta formulada, outro estágio do método científico se inicia.

Pesquisa inicial

Tendo uma pergunta, o cientista pode começar a busca por uma resposta. Por isso, o segundo passo é uma boa pesquisa sobre o tema. Se o pesquisador quer saber como algo funciona, ele não sai fazendo testes. Primeiro ele lê trabalhos de outros pesquisadores no mesmo tema. A ciência é algo colaborativo, ninguém descobre tudo sobre um assunto sozinho, pois, muitas vezes, entender algum fenômeno é um estudo que leva séculos. Um bom exemplo é a gravidade, algo que conhecemos há séculos e ainda estamos aprendendo sobre ela.

A pesquisa inicial ajuda o cientista a entender mais sobre o assunto e também checar se a resposta para a pergunta dele ainda não existe. As vezes, uma pergunta não foi respondida diretamente por um trabalho científico, mas uma pesquisa sobre o tema, juntando informações de diversas fontes, pode revelar uma resposta escondida nas entrelinhas.

Construção da hipótese

Depois de ter estudado e aprendido bem sobre o assunto, chega a hora de dar uma espécie de “chute”, com uma precisão maior do que a de um amador. Nesse momento, o cientista monta a hipótese, ou seja, baseado em seus conhecimentos sobre o tema, ele responde a pergunta com uma resposta que ele acha que é a mais correta, criando a hipótese inicial. Muitas pessoas confundem a hipótese com uma teoria. Teoria é algo que só surge depois que o cientista fez os testes e confirmou sua hipótese, ou seja, teoria científica é algo já testado e confirmado, hipótese é um chute, que pode estar completamente errado.

Testando

Como a hipótese é só uma aposta, é necessário que o cientista faça algo para confirmar se o seu “chute” está correto ou precisa ser alterado. Nesse momento entram os testes. O pesquisador cria um teste que seja capaz de confirmar ou desmentir sua ideia inicial. É muito normal que nesse estágio a hipótese inicial seja descartada e trocada por algo totalmente diferente. Pois é aqui que as descobertas começam a serem feitas.

O teste científico precisa ser capaz de provar a hipótese e ser reproduzível por qualquer outro cientista, pois uma descoberta científica só é aceita quando ela é reproduzida por diversos especialistas no mundo.

Análise

Depois de feito os testes, o cientista pega os resultados e faz a análise. Nesse momento a hipótese ganha corpo, pois é fundamentada com dados reais. Ou seja, a hipótese criada tem que ser provada pelos dados, se não for o caso, a hipótese tem que ser mudada para se encaixar nos dados perfeitamente. Qualquer erro ou desvios nos resultados, fazem com que a hipótese seja invalidada.

Comunicar resultados

Quando a hipótese e os dados se combinam perfeitamente, está na hora de mostrar a descoberta para o mundo. Nesse momento, o cientista precisa publicar um trabalho científico. Esse trabalho precisa descrever exatamente a hipótese, os dados e mostrar como isso prova as ideias do cientista.

Uma das partes mais importantes a descrição do experimento e da coleta de dados. Pois outros cientistas no mundo precisam serem capazes de chegar as mesmas conclusões, fazendo os mesmos testes. Todo trabalho científico possui dados que permitem que qualquer pessoa no mundo reproduza os testes. Ou seja, qualquer pessoa no mundo pode ir lá e desmentir a descoberta.

Exatamente por isso que a ciência é colaborativa, pois os testes precisam ser feitos por várias pessoas e precisam de diversas avaliações. Quando um grupo de diversos cientistas independentes e especialistas na área reproduzem os testes e chegam as mesmas conclusões, a hipótese enfim vira uma teoria ou uma lei, dependendo do tipo de descoberta. Com o tempo, novas descobertas na área vão mudando essa teoria e a melhorando, pois nada na ciência está finalizado. Tudo que se sabe está em constante mudança, pois novos estudos podem mudar antigas teorias, melhorá-las ou mesmo desmenti-las completamente. A ciência está sempre evoluindo e melhorando, e a verdade de hoje pode virar mentira amanhã. Somente as teorias e leis mais bem fundamentadas se mantém em pé por séculos.

#FONTE: http://minilua.com/

Dicas para ter uma boa noite de sono!

O sono tem importância vital para o funcionamento normal do nosso organismo, como por exemplo a liberação de hormônios indispensáveis ao nosso desenvolvimento. Noites mal dormidas podem desencadear sérios problemas, afetando nosso metabolismo. Alguns estudos apontam que a necessidade de dormir bem está associada à vitalidade física, assim como à nossa função imunológica.

Mas, por mais fácil que pareça dormir quando se está cansado, nem sempre conseguimos pegar no sono imediatamente após um dia cheio:

Tomar banho com aroma de lavanda

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A lavanda é um aroma calmo que pode lhe ajudar relaxar. Aliada a um banho quentinho então, faz com que a frequência cardíaca e a pressão arterial diminuam trazendo sensação de bem-estar.

Ler

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Afaste o celular e computador, nada como o velho e bom livro para deixar a sua mente voar através da imaginação. Fazendo disso um hábito, você pode enviar sinais ao cérebro de que está na hora de descansar.

Meditar

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Meditar traz muitas vantagens para a saúde e ajuda o cérebro a relaxar após um dia estressante. Você pode meditar deitado mesmo, ou sentado na cama, coloque uma música suave e simplesmente esvazie a mente.

Beber chá

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Ingerir um chá calmante antes de ir pra cama é reconfortante. Alguns chás que podem lhe ajudar a dormir melhor: valeriana, erva-cidreira ou melissa, maracujá e maçã, camomila e flor de maracujá e lavanda com mel.

Apague a luz

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Caso não consiga dormir totalmente no escuro, você pode acender uma luz azul, que auxilia o cérebro a produzir melatonina, hormônio que induz ao sono.

Dormir de pijama ou nu?

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Alguns estudiosos dizem que dormir nu é melhor, pois regula a temperatura corporal e também reduz a sensação de fome durante a noite. Em contrapartida, se você não consegue dormir sem roupa, não se preocupe, vista um pijama de verdade, daqueles fofinhos e confortáveis, que mandam ao cérebro a mensagem que está na hora de dormir.

Deite de lado

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Esta postura permite o alinhamento da coluna vertebral e mantém os pés no nível do coração, para estabilizar a pressão arterial. Coloque uma almofada entre os joelhos para deixá-los levemente flexionados, para relaxar a musculatura das costas e coxas. Utilize um travesseiro na altura do ombro para evitar torcicolos.

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Genética: Por que somos diferentes?

Os biólogos usam duas palavras simpáticas para descrever a relação entre os seus genes e suas características físicas. A primeira palavra é o genótipo. O seu genótipo são seus genes para uma determinada característica, eles contém todo um código genético.

Na maioria dos casos, você tem duas cópias de um gene - uma de sua mãe e uma de seu pai.

A segunda palavra é fenótipo. Fenótipo é o que você realmente virá a apresentar fisicamente, a forma como esses genes se expressam. Os biólogos têm um ditado envolvendo essas duas palavras: “. Genótipo determina fenótipo”

Vamos pegar os cílios, por exemplo. Existem 2 tipos de cílios nas pessoas - longos e curtos. Talvez você tenha uma versão curta de cílios de um gene de seu pai, e uma versão longa de cílios de um gene de sua mãe. Esse é o seu genótipo. E qual o comprimento de cílios que você realmente tem? Longo - que é o seu fenótipo.

O exemplo de cílios faz um ponto importante. Alguns genes são dominantes, e outros são recessivos. Quando você tem dois genes diferentes para a mesma característica, e um é dominante (cílios longos), enquanto o outro é recessivo (cílios curtos), é o traço dominante que vence no fenótipo.

Mas nem todos os genes seguem esse modelo dominante / recessivo. Por exemplo, o gene de tipo de sangue é co-dominante; se você receber um gene do tipo sanguíneo A de um dos pais e tipo B do outro, nenhum deles torna-se dominante. Em vez disso, você acaba com sangue tipo AB.

Outros traços humanos são poligênicos, o que significa que eles são controladas por vários genes que contribuem de um modo aditivo. A cor da pele acredita-se ser poligênica. Os cientistas também pensam que a herança poligênica é responsável por predisposições hereditárias para certas doenças, tais como doenças do coração, arteriosclerose, e alguns tipos de câncer.

Passe as ervilhas, por favor

Gregor Mendel foi um monge austríaco que fez uma extensa pesquisa de reprodução em plantas de ervilha. Ao fazê-la, ele anulou a nossa compreensão da hereditariedade.

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No momento da obra de Mendel, na década de 1860, a maioria das pessoas acreditava na teoria de mistura de hereditariedade, a ideia de que descendentes nasciam com traços que constituíam uma mistura ou média dos dois pais. Por esta teoria, quando uma flor vermelha e uma flor branca são cruzadas em conjunto, os descendentes delas devem sair todos misturados, isto é, cor de rosa.

Os resultados do trabalho de Mendel sugeriram o contrário. Por exemplo, quando ele cruzou um pé longo e puro de ervilhas com um pé curto e igualmente puro de ervilhas, ele não obteve no resultado da cruza plantas com estatura média, mas sim, com estatura alta. Então, ele concluiu que cada organismo possui dois “fatores” (que hoje chamamos-lhes genes) para uma determinada característica, e apenas um desses fatores passa para seu descendente.

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Por que algumas pessoas têm sardas?

Alguns gostam, outros odeiam, contudo as sardas são uma característica comum em seres humanos. Mas porque será que algumas pessoas possuem essas manchinhas na pele?

O que são?

A melanina é a tinta do corpo humano. É graças a essa substância que nós temos cabelos, olhos e pele de cores diferentes. Quando alguém possui falta de melanina, essa pessoa é um albino. A melanina é uma das mais importantes substâncias atuantes na proteção do corpo humano, pois ela é gerada quando nossa pele entra em contato com os raios solares. Quanto mais Sol pegamos, mais melanina o corpo produz, pois essa substância é capaz de filtrar os raios ultravioletas que são perigosos à saúde.

Por isso que pessoas com pele mais branca devem evitar mais o Sol do que quem tem a pele mais escura, pois a cor da pele está diretamente ligada a quantidade de melanina. Por esse motivo também é que algumas pessoas ficam um pouco no Sol e já ficam bronzeadas e outras apenas ficam queimadas. Nem todo mundo é capaz de produzir melanina em grande quantidade, por isso, os branquelos ficam vermelhos.

Voltando as sardas, elas nada mais são que acúmulos de melanina gerados por células conhecidas como Melanócitos. Algumas pessoas possuem melanócitos que produzem mais melanina do que os outros a sua volta e assim criam essas pequenas manchas que são as sardas.


Para que servem?

Em geral, pessoas ruivas possuem sardas. Isso ocorre porque o cabelo vermelho e as sardas estão ligadas ao mesmo gene, chamado MC1R. Entretanto, qualquer um pode ter sardas, mesmo com cabelo ou pele menos claras. A sarda costuma passar de pai para filho, mas pode surgir em uma família que não possui a característica, caso o gene MC1R faça sua parte.

As sardas, assim como qualquer tipo de pigmentação da pele, ajudam na proteção contra o Sol e seus perigosos raios que fazem mal. Não é atoa que os sardentos ficam ainda mais sardentos no verão, pois tendem a pegar mais Sol e com o Sol, as sardas aumentam sua pigmentação gerando mais melanina e protegendo a pessoa.



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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Publicar um livro? Onde? Como? O que precisa saber...

Publicar um livro, nos dias de hoje, é uma tarefa relativamente fácil, muito fácil na verdade, porém, obter lucros  com esses livros, é que são elas! Firmar-se como autor e estar constantemente no mercado  editorial, é uma pretensão quase dantesca. Quando se trata de poesia então, duplicam-se as dificuldades. Mas para aqueles que se arriscam nesse mercado, muitos fatores precisam ser observados e avaliados na hora da publicação. Além da qualidade do livro, é fundamental o autor saber como ele será publicado, qual a função e a responsabilidade de quem o publicou. Quais serviços serão fornecidos depois que sua bela assinatura estiver no contrato. O autor precisa conhecer a política e o processo de publicação para poder gerir seu trabalho e saber de onde vieram os louros da vitória ou, numa ideia pessimista, saber dos motivos que o levaram a frustração, e assim, num próximo trabalho, não cometer os mesmos erros.
O objetivo desse artigo não é dar receitas prontas, tampouco dar o endereço certo onde os sonhos do autor, principalmente do autor iniciante, possam ser realizados, mesmo porque sonhos são sonhos e esse lugar, esse endereço,  apesar de todo o marketing das editoras, não existe! Tudo que é feito precisa de pesquisa, muito trabalho, conhecimento e persistência. Escrever um livro e sentar em cima das páginas esperando um milagre acontecer é doideira. Ficar esperando que aquelas publicações esparsas que faz em meios virtuais tragam editoras renomadas, balançando notinhas verdes, é psicodelismo de quem comeu cogumelo alucinógeno, sinto muito, mas isso não vai acontecer. O máximo que pode acontecer é um “interesseiro” apropriar-se de sua obra e, mesmo dando-lhe os créditos da publicação, ser o único a obter algum lucro com seu laborioso trabalho.
Também não é objetivo desse artigo, falar da qualidade do livro ou avaliá-lo. Quando se tem em mente e está decidido a publicar, presume-se que o livro já foi avaliado, que alguém, além do autor o achou bom e está pronto, e depende apenas de alguns “ajustes” para se tornar o próximo concorrente a best-seller. Num outro artigo falaremos sobre a qualidade de um bom livro e como avaliá-lo, por enquanto vamos falar sobre os caminhos para a publicação daqueles livros que já estão prontos.
Uma abordagem importante para descobrir o melhor caminho para publicação, é saber o que está "dando sopa" na sua conta bancária para realizar esse sonho. Sonhos possuem essa mania de sempre custarem mais do que aquilo que temos disponível para realizá-lo. Essa questão do saldo bancário é importante. Mesmo que ele não seja utilizado para a impressão do livro, pode te garantir certa folga para escrever e correr atrás daquilo que quer. No decorrer do artigo entenderá por que eu digo isso. Se o saldo bancário insiste em ficar zerado ou mostrando numerozinhos apenas no débito, aí meu caro autor, é preciso ter muita paciência, paixão pelo que faz, um trabalhinho extra (um bico) e, sobretudo inteligência e contatos... Mas não se desespere, sempre há uma saída.
Outro detalhe a ser considerado é que, não importa a forma que escolheu para publicar seu livro, sempre vai existir alguém no meio do caminho muito disposto a abocanhar uma parcela desse sonho. O grande “desaforo” é que precisamos desse alguém, afinal, como cantava Raul: “Sonho que se sonha só. É só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade...”. Temos que aprender a diferenciar e descobrir quem são os verdadeiros parceiros, quem está investindo em você e sua obra e não apenas no lucro que você representa. A imensa, a grandiosa maioria quer apenas se apropriar dos lucros desses sonhos, explorando a sensibilidade do autor, a sua ansiedade em publicar e o seu desejo de ser reconhecido. Todo autor quer ser reconhecido e ter sua obra reconhecida e não adianta negar, dizer que não tem uma “quedinha” pelo próprio ego porque sabemos que isso é chover no molhado. Todo autor é um criador movido por paixão e como tal, ama a sua criatura. Esse diferenciar e descobrir quem são os "parceiros", aliado a qualidade de seu trabalho é que garantirá sua presença ou não no mercado editorial. Isso não se descobre com sorrisos, olhares e apertos de mão, isso se descobre com pesquisa, com trabalho e paciência.  
Dito isso vamos aos detalhes práticos.
De forma bem resumida, existem duas maneiras básicas para se publicar: Aquela que você investe financeiramente e aquela que você também investe, mas sem precisar fazer visitas ao seu saldo bancário para a publicação, nesse caso você está investindo outras coisas como tempo, dedicação e estudo.
Quando você investe financeiramente há duas opções. A primeira opção é você bancar sua obra toda e, nesse caso, ser responsável por todo o processo de editoração, divulgação e vendas. A segunda opção é bancar parcialmente sua obra, tendo como “parceiros”, principalmente, editoras prestadoras de serviços. Escolher a melhor opção depende do que o autor tem para investir e do contrato que lhe oferecem e, acredite, em ambos os casos, existem muitas variáveis. As vezes aquilo que parece ser o "negócio da China", se transforma num botequinho perdido na Bacia amazônica... é preciso cautela.
Quando o autor não investe financeiramente, existem três caminhos principais. O primeiro caminho é o autor cair “nas graças” de uma editora e assinar um contrato que “bancará” sua obra. O “bancará” está entre aspas porque uma editora é uma empresa que precisa e busca ter lucros, muitos lucros e, é o autor a sua matéria prima! Então, esses contratos tem que ser bem estudados e revisados. Lendo um artigo de uma escritora que teve um livro considerado best-seller (no Brasil é considerado Best –seller livros que vendem mais de 10 mil exemplares), ela dizia que o valor de seu livro era R$ 28,00 (vinte e oito reais) na Livraria e que apenas R$ 2,80, desse total, eram repassados a ela, sendo esses repasses feitos semestralmente. Isso é algo que o autor precisa estar muito ciente, quando "cai nas graças" de uma editora.
Um segundo caminho são aquelas editoras que atuam no mercado virtual, onde o autor editora todo seu livro, inclusive mandando-o, ele próprio para o site, já pronto para impressão, sem precisar gastar nada. Nessa situação, também é preciso pesquisa e estudo de caso. Não se aventure sem antes tomar algumas precauções e saber, através de pesquisas com outros autores, dos resultados finais e outra coisa, não espere grandes feitos.
Um terceiro caminho são os projetos elaborados e enviados a instituições públicas e privadas. Esses projetos são uma boa alternativa, mas há que se ter paciência, nome limpo na praça e noções de prestações de contas...rs. Se tiver QI (Quem Indica) em algumas dessas instituições, já é um bom começo, mas convenhamos, isso só interessa se o livro for realmente bom.
Há uma terceira via, em que o autor não participa diretamente dessas questões, não tem essas preocupações todas (embora elas irão fazer parte sempre), que é a de entregar sua obra para um agente literário. Ele terá a mesma dificuldade que o autor possui, porém tem um leque de conhecimento e de contatos bem maior, propiciando com isso que seu livro chegue a determinados endereços que autor não conseguiria ter contato. Esse profissional tem sempre os argumentos necessários. Mas isso, também, precisa ser feito com muito cuidado, afinal o agente literário é mais um trabalhador que precisa receber pelos serviços prestados, e vai receber sobre a venda de tua obra e, dependendo da obra que está lançando, melhor seria sequer ter iniciado o processo.
Esse é um panorama geral, um artigo introdutório para se discutir as possibilidades de se publicar um livro. Todas essas opções que foram aqui apresentadas em que há investimentos financeiros ou não, bem como agenciamentos literários, para não tornarem essa leitura extensa demais e cansativa, serão vistas detalhadamente, caso a caso, nos próximos artigos.

Espero ter contribuído.
Aos autores que já possuem livros publicados, fiquem a vontade para concordar ou não com o texto ou, ainda, se quiserem, relatem suas experiências nesse mercado.
Fonte: http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/ 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Hmm.. Beijos *3*


Dificilmente alguém discordaria da ideia de que “beijo é bom”. Tão bom que, não bastasse ser categorizado quanto aos “tipos” (“selinho”, “de esquimó”, “técnico”, “de novela”…) e de frequentemente ser cada vez mais evidenciado nos refrões de inúmeras músicas, já ganhou até dia próprio (12 de abril)! Beijar movimenta 29 músculos e queima aproximadamente 12 calorias. Mas, em apenas um beijo, duas pessoas trocam, em média, 250 bactérias e podem transmitir ou contrair doenças perigosas como a gripe H1N1, conhecida como gripe suína.

Popularmente, porém, diz-se que “tudo que é bom é ilegal, imoral ou engorda”. Não que este seja o caso do beijo, mas a verdade é que ele realmente pode transmitir algumas doenças, de modo que são necessários alguns cuidados na sua prática, já que os problemas podem ir desde um simples resfriado ao contágio da meningite, assim como também se estendem a outros que muitas pessoas acreditam só serem adquiridos sexualmente.

Segundo os especialistas, ocorre que existem doenças que se valem da troca salivar como um meio de contaminação, e, dada ser úmida e escura, a boca é o local propício para que os organismos que a habitam se desenvolvam. Desta perspectiva, a cavidade oral pode ser considerada uma “porta de entrada” para que nela se instalem diferentes bactérias e vírus.

A chamada “doença do beijo”, por exemplo, cientificamente denominada “mononucleose”, é uma dessas doenças. Uma vez infectado pelo vírusEpstein-Baar (EBV ou HHV-4), que permanece incubado no organismo de 30 a 45 dias, o indivíduo terá essa enfermidade permanentemente, podendo repassá-la a outras pessoas, tanto por meio do beijo quanto pelo compartilhamento de objetos contaminados e também pela transfusão de sangue. Infelizmente, a maior parte daqueles que a têm desconhece esse diagnóstico, pois, além de não deixarem sequelas, os sintomas da mononucleose são muito similares aos da gripe e/ou aos de outros males característicos principalmente do inverno, incluindo-se aí febre persistente, tosse, perda de apetite, calafrios, indisposição, etc.

Para que uma pessoa saiba se tem ou não a “doença do beijo” é preciso que sejam realizados alguns exames laboratoriais. Como nas demais viroses, a terapêutica se dá com a prescrição de antitérmicos, analgésicos, anti-inflamatórios e repouso.

Quando constatada a doença, é bastante comum que o paciente não se lembre de haver se relacionado com alguém que possa tê-lo contagiado, mas, a partir de então, a sua conscientização é absolutamente fundamental para que outros não continuem a sê-lo, mesmo porque uma forma de se prevenir a transmissão encontra-se justamente associada à relação com um(a) único(a) parceiro(a), posto que, neste caso, quanto mais beijos com múltiplos “desconhecidos”, pior.

Outro vírus transmitido pelo beijo, de modo muito recorrente, é o do herpes, cujos sintomas são locais. Surgem lesões cutâneas em torno dos lábios, nas quais se encontra um líquido claro ou amarelado, formando pequenas crostas que, quando se rompem, podem causar coceira, ardor e formigamento – incômodos estes que costumam durar uma semana. Assim como em relação à mononucleose, também não existe cura para essa doença, que pode se manifestar anos mais tarde, em ocasiões em que a imunidade da pessoa esteja baixa. E, quanto ao tratamento, este se dá com a prescrição de antivirais.

De acordo com um estudo empreendido por médicos australianos, a meningite meningocócica (inflamação das meninges causada pela bactéria Neisseria meningitidis, também conhecida como “meningococo”) é uma doença cujo potencial de contágio pode ser aumentado em até 4 vezes para quem costuma beijar múltiplos parceiros (e, aqui, estima-se que “múltiplos parceiros” correspondam a uma média de 7 pessoas num prazo de duas semanas). Como se sabe, a meningite provoca febre, dor de cabeça, vômitos, diarreia e rigidez em alguns músculos, podendo causar danos neurológicos irreversíveis (como, por exemplo, a surdez) e ser até mesmo fatal (se não diagnosticada precocemente), embora existam medicamentos adequados para combatê-la e, ainda, a prevenção por meio de vacinas.

Outra que consta entre as principais doenças transmitidas pelo beijo é a sífilis. Conforme já é do conhecimento comum, trata-se de uma doença sexualmente transmissível, de modo que contraí-la por meio do beijo não é algo tão frequente, conquanto possa ocorrer, desde que o indivíduo com sífilis tenha uma ferida/lesão nos lábios ou na própria boca. Em relação aos seus sintomas, ela provoca o surgimento de ferida indolor na gengiva, nos órgãos genitais e nas palmas das mãos e dos pés, além de febre, dor de cabeça e pelo corpo, dor de garganta, tosse e manchas avermelhadas, chegando até a alterar o sistema nervoso central. No entanto, mesmo sem tratamento (feito à base de antibióticos), todos eles podem desaparecer; porém, a bactéria Treponema pallidum permanecerá no organismo, com a possibilidade de, quando não combatida, provocar graves danos permanentes ao coração e ao sistema nervoso, podendo até mesmo fatal.

Ainda em relação ao tema das doenças cuja contaminação se dá por intermédio do beijo, existem outras associadas, entre as quais estão a cárie, a gengivite, a faringite, a laringite e a amigdalite (originadas por bactérias), bem como a gripe (incluindo-se aí a H1N1 – “gripe suína” –, que, em comparação a 2009, hoje está bem menos frequente, mas não erradicada), a tuberculose, a hepatite e o HPV (causados por vírus).

Assim, embora na maioria das vezes o beijo seja considerado “inofensivo”, é importante estar atento às enfermidades que podem ser desencadeadas por esta ação tão prazerosa, sobretudo quando não praticada exclusivamente com um(a) único(a) parceiro(a), situação em que o risco de contaminação de bactérias e/ou vírus transmitidos por meio da troca salivar é potencialmente aumentado.

Consultar-se regularmente com o cirurgião-dentista também é uma medida fundamental não apenas para a manutenção da saúde bucal (seguindo-se com a correta escovação dos dentes, o uso diário do fio dental, a utilização de enxaguatórios bucais…), mas, tendo em vista que tudo no nosso organismo se inter-relaciona, para a preservação da nossa saúde em geral. E, nas proximidades do carnaval, quando conjuntamente à comemoração descompromissada que caracteriza a folia costumam surgir novos “hits” que incentivam o beijo, considerando a ideia de “quanto mais melhor”, o tema acerca das doenças por ele transmitidas precisa ser levado adiante, esclarecendo especialmente os jovens, já que, da perspectiva da saúde, prestigiar-se a respeito do número de pessoas com as quais se ficou/beijou numa única noite ou num curto período de tempo pode se tornar uma conquista bastante comprometedora, passada a comemoração inicial.

“Beijar é uma delícia. Mas antes de sair por aí distribuindo beijos, é bom saber que, ao contrário do que se pensa, esse não é um carinho assim tão livre de consequências.


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Aula de Ciências





























Aula de Ciências
Disciplina: Ciências
Assunto: Osso (descalcificação)
Público alvo: 8º C e D
Duração: 7 dias
Introdução ou Justificativa
Os ossos são órgãos rígidos formados por vários tipos de tecido. Os principais deles são: O ósseo, o cartilaginoso, o sanguíneo, o adiposo e o nervoso.
A rigidez dos ossos ocorre, principalmente, em virtude de o tecido ósseo ter, em sua composição, minerais como o cálcio e fosfato.
A vitamina D estimula a síntese de proteínas que formam as fibras da matriz óssea. A vitamina D é muito importante para a calcificação óssea, pois aumenta a absorção de cálcio e de fosfato pelo sistema digestório. Por isso, a deficiência dessa vitamina pode comprometer a formação dos ossos.
Objetivo
·         Geral:
-Conhecer a importância da calcificação óssea ao observar uma amostra.
·         Objetivos específicos:
- Observar amostras ósseas;
- Diferenciar o osso rígido de um frágil;
- Ampliar as fontes de informações com pesquisas.
Recursos e materiais necessários
·         2 ossos de frango longos (os ossos presentes na coxa, por exemplo)
·         2 copos de vidro
·         Água
·         Vinagre
·         2 pedaços de filme PVC
·         2 etiquetas
Desenvolvendo a atividade
A-     Teste a resistência dos dois ossos, forçando-os pelas extremidades.
B-      Em um dos copos de vidro coloque o vinagre e cole uma etiqueta para identifica-lo. Em outro copo, coloque a mesma quantidade de água e uma etiqueta identificando.
C-      Em seguida, coloque um dos ossos no copo cotendo vinagre e o outro osso contendo água. Esses ossos devem ficar completamente submersos.
D-     Cubra cada um dos copos com filme PVC e deixe-os em repouso por 5 a 7 dias.
E-      Após esse período de repouso, teste novamente a resistência dos ossos, como você fez no item A.
Avaliando a atividade
O ossos é formado por várias substâncias, como vimos antes do acidez do vinagre afeto uma dessas substâncias, o cálcio por isso o osso não mostrou-se tão resistente como antes da experiência.
Observar a descalcificação dos ossos leva o aluno a conhecer mais sobre o seu próprio corpo. Pois muitas vezes ocorrem problemas com os ossos,que podem prejudicar a sustentação, proteção e movimentação do corpo.

OBS: O odor mal cheiroso que você sentir durante a experiência é normal, pois é o osso perdendo a calcificação.

Dica: Use luva e mascara para se proteger melhor do odor.


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